quinta-feira

Aulas Cerimonia do Cha, Urasenke do Brasil

Aulas Cerimonia do Chá


Informações sobre aulas de Cerimonia do Cha
- É necessário agendar as aulas pelo email  iumi@hotmail.com
- As aulas são individuais e tem duração de 1 hora e o curso pode ser iniciado a qualquer época do ano.
- A duração do curso é infinita, pois o curso não tem fim, estamos sempre aprendendo. Não há um número limite de aulas.

- Não é necessário nenhum conhecimento prévio.
- Traje: Homens Calças Compridas, camisas com mangas e um par de meias brancas
Mulheres Saias abaixo dos joelhos, blusas com mangas e sem decotes e um par de meias brancas.

- Ferias de verão 1 dezembro a 20 de janeiro de cada ano a escola entra em recesso.
- Local: Liberdade (o endereço é informado quando a aula for agendada)
- Curta nossa pagina no Facebook Cerimonia do Cha https://www.facebook.com/CerimoniaCha
- Recomendo a compra do livro texto: Chado Introdução ao Caminho da Cerimonia do Cha, traducao do livro Gakko Chado, Shokyu hen ou Escola de Chado, Nivel Basico. 

- Horários:
DiaHorário
terçamanhã10:00 – 12:00Sala de Chá Hakuei-an
tarde14:00 – 16:00 〃
noite18:00 – 20:00 〃
quartatarde14:00 – 16:00*na Escola Oshiman
sextamanhã10:00 – 12:00Sala de Chá Hakuei-an
tarde14:00 – 16:00 〃
sábadomanhã10:00 – 12:00*no Centro de Estudos Japoneses da USP
domingomanhã10:00 – 12:00Sala de Chá Hakuei-an
*duas sessões por mês


Aprecie uma Cerimonia do Chá: Assista o video: Cerimonia do Cha

https://www.youtube.com/watch?v=FGvwRO3zlpg




email: iumi@hotmail.com
Tel:(11) 5571-3117
http://cerimoniacha.blogspot.com/
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#Cerimoniadocha #Aulascerimoniadocha #Chado #Urasenke 

sábado

Cerimonia do Cha no Festival do Japao

19 Festival do Japao dias 9 e 10 de julho de 2016

Alexandre Henderson (Programa Como Será da TV Globo)
 com Iumi Takeda Yokobatake tomando cha no Festival do Japao 2015

Assista a Cerimonia do Chá no Festival do Japão http://redeglobo.globo.com/como-sera/videos/t/hoje-e-dia-de-/v/hoje-e-dia-de-japao-cultura/4427571/ 

 A partir do 6:45


A Cerimonia do Cha estará presente no Festival do Japao dias 9 e 10 de julho de 2016 (sábado e Domingo) no Centro de Exposicoes Imigrantes, onde será montada uma Sala de Chá.
Na Sala de 4,5 tatames voce poderá apreciar a Cerimônia degustando o chá verde em pó fraco (matcha)  e no Tea Room saborear uma xícara de chá verde de infusão (ryokucha)
Quando visitar o Festival do Japão, venha comer um doce e tomar uma xícara de Chá!





Assista a uma Cerimonia do Cha no Festival do Japao clique no link abaixo:


 Cerimonia do Cha no Festival do Japao

O FESTIVAL DO JAPÃO, que atualmente é considerado o maior evento da cultura japonesa do mundo, foi realizado pelo KENREN (Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil) pela primeira vez em 1998, comemorando os 90 anos da imigração japonesa no Brasil, com o objetivo de divulgar a cultura japonesa e transmitir as tradições e os conhecimentos culturais para as novas gerações.
De 1998 a 2001, o Festival do Japão foi realizado no Parque do Ibirapuera, com o apoio da Prefeitura de São Paulo, e até o ano de 2004, no pátio do estacionamento da Assembleia Legislativa. Em 2005, a partir da 8ª edição, em busca de maiores instalações, o FESTIVAL DO JAPÃO foi transferido para o Centro de Exposições Imigrantes (atual São Paulo Expo Exhibition & Convention Center), na Zona Sul de São Paulo.
Todos os anos, procuramos trazer atividades diferenciadas, além de novidades, curiosidades gastronômicas, tecnologia e dicas de saúde e bem-estar. Diversas entidades e instituições públicas e privadas do Brasil e do Japão participam do Festival, possibilitando a integração e o intercâmbio de informações.
Completamos 18 anos de festivais ininterruptos, com sucesso cada vez maior, enorme repercussão na mídia e reconhecimento geral da população e dos órgãos internacionais, federais, estaduais e municipais.
A Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil – KENREN, realizadora do evento, mantém vivo o espírito inicial que norteou a criação do Festival: a divulgação da cultura e das tradições japonesas e o apoio às entidades assistenciais, mantendo o caráter de um evento beneficente, sem fins lucrativos.

#Cerimoniadocha #caminhodocha #Chado #FestivaldoJapao #Nihonmatsuri


Saiba mais sobre seus antepassados link para saber o navio e ver documentos antigos

 O Navio Kasato Maru trouxe os primeiros imigrantes japoneses para o Brasil. Partiu de Kobe e chegou ao Porto de Santos, SP, no dia 18 de junho de 1908, dando inicio a Imigracao Japonesa.


Para saber o nome do navio e a data de chegada de algum imigrante japones voce pode digitar o link:


http://www.museubunkyo.org.br/ashiato/web2/imigrantes.asp

Este link foi disponibilizado pelo Museu Historico da Imigracao Japonesa.

Para saber mais sobre algum parente que entrou no Brasil entre 1902 e 1980, pode encontrar nesse link o cartão de imigração deles


 https://familysearch.org/search/collection/2140223

Visite o Museu da Imigracao Japonesa


O Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, é o maior museu sobre a imigração japonesa no Brasil.

Possui um acervo de mais de 97.000 itens pertencentes aos imigrantes japoneses, tais como documentos diversos, fotos, jornais, microfilmes, livros, revistas, filmes, vídeos, discos LP, quadros de pinturas, utensílios domésticos e de trabalho, alem dos kimonos, que registram a história desses imigrantes aqui no Brasil.

O Museu está localizado no bairro da Liberdade, dentro do prédio da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, à Rua São Joaquim, 381, ocupando o 7°, 8° e o 9° andares.

O site do museu é http://www.museubunkyo.org.br/

#ImigracaoJaponesa, #Tratadodeamizadebrasiljapao, #MuseudaImigracao Japonesa #museubunkyo

quarta-feira

Livro Do - a Essencia da Cultura Japonesa



O aprendizado de uma tecnica aliado ao continuo aperfeicoamento eh o Do - caminho. Esta palavra eh composta por dois radicais, dentre eles o chamado Kubi, que significa pescoco, ou seja percorrer o caminho implica em arriscar o pescoco ou empenhar a vida e seguir adiante.

O caminho em chines seria o Tao. Em japones, Do. Em portugues podemos usar o termo curso. O curso eh um processo de aprendizagem e de transformacao da pessoa.

Para isso pratica-se os Otemae (procedimentos) e utiliza-se alguns utensilios.

Natsume

O Natsume eh um recipiente que se coloca cha verde em po, usado na cerimonia do cha fraco. Sua denominacao se origina na semelhanca de seu formato com o fruto da Tamareira (em japones, natsume).

O Natsume de tamanho medio foi criado por Rikkyu (Rikkyu gata chunastume). Em laca preta, combina perfeitamente com qualquer outro utensilio, sem perder a elegancia.

Dô - A Essência da Cultura Japonesa

O Livro Do A Essencia da Cultura Japonesa aborda 7 artes da Cultura Japonesa: Chado – Cerimonia do Chá, Kado – Ikebana, Shodo – Caligrafia, Nô – Teatro Nô, Kodo – Fragrância, Uta no Michi – Poesia e Budo – Artes marciais. A palavra Do significa Caminho e é uma palavra composta de 2 radicais, dentre eles o kubi, que significa pescoço, ou seja, percorrer o caminho significa “arriscar o pescoço” ou dedicar a vida e seguir adiante. Lao-tsé considerava o Dô como a origem do universo. O livro define cada um das 7 caminhos ou artes com histórico e suas correntes no Brasil e no Japão.
Papel Couche
Bilíngue Japonês e Português. Ricamente ilustrado. (4 cores)
Autor: Centro de Chado Urasenke do Brasil (diversos)
 Páginas: 125
 Tel: (11) 5571-3117
Capa dura

#Cerimoniadocha #Chado #ikebana #Caminhodocha #Livrocerimoniadocha

terça-feira

Livro Singularidades da Cultura Japonesa 100 anos imigracao japonesa



Livro Singularidades da Cultura Japonesa e trata de aspectos especificos da cultura japonesa. Dividido em 3 partes:

Parte 1- Singularidades da Cultura Japonesa

Simbolos
- Flor da Cerejeira
- O Espirito Yamato, antiga denominacao do Japao. Yamato é o nome do maior navio de guerra do mundo pertencente à antiga marinha japonesa. O espirito Yamato é a tradicao espiritual do povo japones que o leva a assumir a responsabilidade
- Nishikigoi - carpas, as joias q nadam
- O Idioma Japones e o Kototama
- Embalar - o ato de embrulhar. Furoshiki é um pano quadrado utilizado no Japao para embrulhar objetos. A origem desta palavra vem do costume de levar a toalha e a vestimenta envoltas num tecido para o banho público (furo = banho e shiki = estender).

Assimetria
- Japonês e a Comunicação
- Jardins
- Hana
- Assimetria

Simplicidade
- Culto da Madeira Natural
- Tendência à Minimização
- Cultura Alimentar

Impermanencia
- Percepção Sazonal
- Espiritualidade como Caminho
- Cortesia
- Confiabilidade
- Moralidade

Parte 2 - Singularidades da Cerimonia do Cha

Parte 3 - Sigularidades do Ikebana


Evento Fascinante Cultura Japonesa

Dias 06 (sábado) e 07 (domingo) de setembro de 2008 das 10h às 17h na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa, na Rua São Joaquim 381 Liberdade, São Paulo foi realizada uma Exposição sobre a Cerimônia do Chá e o Ikebana.

Nesta ocasiao em comemoracao aos 100 anos de imigracao japonesa foi publicado o livro Singularidades da Cultura Japonesa, edicao bilingue, sobre diversas particularidades da Cultura Japonesa, de autoria de expoentes da Comunidade Nipo-brasileira e capa do artista Plastico Wakabayashi.

Edicao Bilingue: Portugues e Japones
Formato Capa dura
100 paginas
O livro pode ser adquirido atraves do tel 11-5571-3117.
#Cerimoniadocha #Chado #ikebana #Caminhodocha #Livrocerimoniadocha

segunda-feira

Livro Flor - A Flor na Natureza e na Cultura do Japao

BUNKYO: Nihon no Bi – Beleza do Japão acontece no Bunkyo dando inicio as atividades de 105 anos da imigração japonesa no Brasil

Por Kenia Gomes 


Chado Urasenke – cerimônia do chá (foto: divulgação)
No próximo mês se iniciam as atividades pelos 105 anos de imigração japonesa no Brasil (comemorados no dia 18 de junho). O evento Nihon no Bi – Beleza do Japão, que acontece nos dias 17 a 19 de maio, abre a programação e traz ao público exposições, música e arte, além do lançamento de um livro. A entrada é franca.
O hall do Grande Auditório do Bunkyo recebe a exposição dos professores da Associação de Ikebana do Brasil, num total de 100 arranjos de todas as 13 escolas de ikebana associadas. Além da exposição, os professores também promovem workshops fazendo uma breve introdução e demonstração dos princípios básicos da ikebana, visando estimular a prática dessa arte entre os visitantes.
No Salão Nobre, o Centro de Chadô Urasenke do Brasil promove várias sessões de demonstração da cerimônia do chá num cenário especialmente montado para a ocasião. Também, os professores da Associação Brasileira de Música Clássica Japonesa se apresentam com uma audição de koto, shamisen e shakuhachi.
O espaço ainda conta com a participação dos artistas das Comissões de Arte Craft e Artes Plásticas do Bunkyo, bem como seus convidados, numa exposição coletiva.
A cerimônia de abertura do evento acontece no dia 17 de maio, às 19h, quando também será realizado o lançamento do livro “Hana – Flor – A flor na natureza e cultura do Japão”, em português, publicado pelo Centro de Chadô Urasenke do Brasil.


Um livro dedicado à flor na cultura do Japão


Por Celia Abe Oi

Na abertura do livro, a imagem do pergaminho com a palavra HAKUEI-AN, sala de chá FLORESCER DO BRASIL, denominação da sede da Urasenke no Brasil concedida pelo XIV grão-mestre Tantansai (autor da caligrafia)
Um recorte da tradição japonesa expressa por meio das flores – esta foi a proposta do Centro de Chado Urassenke do Brasil ao editar o livro: Hana – Flor – A flor na natureza e cultura do Japão. Seu lançamento será no próximo dia 17 de maio, na abertura da exposição Nihon no Bi – Beleza do Japão, no Hall de Entrada do Bunkyo.

“Arranje as flores tal como elas estão no campo”, é uma das sete regras apontadas pelo grão-mestre Rikyu ao se reportar aos ensinamentos básicos da cerimônia do chá. Ele se referia à essência do Chabana, o tipo tradicional de arranjo usado durante o ritual do chá, em que se valoriza a singeleza de uma flor.


Capa do livro (foto: divulgação)

Assim, adotando a flor como tema principal, o livro extrapola o universo da cerimônia do chá para enfocar a Ikebana e suas formas de vivificação e as técnicas básicas. Além disso, no terceiro capítulo, traz o “Calendário Oriental e as Flores”, reunindo, em português, informações inéditas sobre as flores no calendário da cultura japonesa.

O livro Hana – Flor, em português, inteiramente em cores, com 200 páginas, é uma publicação comemorativa ao ano do Jubileu de Vinho* (70 anos) da Urasenke na América Latina. Ele estará à venda no dia do lançamento e durante o Nihon no Bi, na exposição de Ikebana.


Fonte: Bunkyo


SERVIÇO


Nihon no Bi – Beleza do Japão (Entrada Franca)
Abertura: dia 17, às 19h, com lançamento do livro “Hana – Flor – A flor na natureza e cultura do Japão”

Data/hora: 18 e 19 de maio, sábado e domingo, das 10h às 18h

Local: Hall do Grande Auditório e Salão Nobre do Bunkyo
Rua São Joaquim, 381 – Liberdade – São Paulo – SP

Informações: (11) 3208-1755

Realização: Bunkyo – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social


Apoio
Fundação Kunito Miyasaka
Associação de Ikebana do Brasil
Centro de Chadô Urasenke do Brasil
Associação Brasileira de Música Clássica Japonesa
Comissão de Artes Plásticas e Comissão de Arte Craft do Bunkyo
#Cerimoniadocha #Chado #ikebana #Caminhodocha #Livrocerimoniadocha

sábado

Livros Sobre a Cerimônia do Chá

Quem se interessa sobre o que é a Cerimônia do Chá pode participar na Sociedade de Cultura Japonesa ou na USP, mas temos também Livros à disposição:



Vivência e Sabedoria do Chá

Autor: Grão Mestre Soshitsu Sen XV.
Escrito pelo Grao Mestre, fala sobre os 4 principios da Cerimonia do Cha, as 7 regras de Rikkyu e conceitos da Cerimonia do Cha com estorias ilustrativas. 
Páginas: 100
Tel: (11) 5571-3117
Capa mole
Medidas: 15cm x 21 cm
















Dô - A Essência da Cultura Japonesa

O Livro Do A Essencia da Cultura Japonesa aborda 7 artes da Cultura Japonesa: Chado – Cerimonia do Chá, Kado – Ikebana, Shodo – Caligrafia, Nô – Teatro Nô, Kodo – Fragrância, Uta no Michi – Poesia e Budo – Artes marciais. A palavra Do significa Caminho e é uma palavra composta de 2 radicais, dentre eles o kubi, que significa pescoço, ou seja, percorrer o caminho significa “arriscar o pescoço” ou dedicar a vida e seguir adiante. Lao-tsé considerava o Dô como a origem do universo. O livro define cada um das 7 caminhos ou artes com histórico e suas correntes no Brasil e no Japão.
Papel Couche
Bilíngue Japonês e Português. Ricamente ilustrado. (4 cores)
Autor: Centro de Chado Urasenke do Brasil (diversos)
 Páginas: 125
 Tel: (11) 5571-3117
Capa dura
Medidas: 22cm x 30 cm


Sorriso singelo O mundo de Shinya Nobuyuki

Poesias
Edição Trilíngue, Português, Japonês e Inglês

Capa Dura, ricamente ilustrado
Autor: Rengue Yamato. Páginas: 40

Tel: (11) 5571-3117











Singularidades da Cultura Japonesa
Livro que aborda a Simbologia como o Espírito Yamato antigo nome do Japão e as Carpas, a Assimetria como os Jardins Japoneses, Simplicidade como a tendência a minimização e a Impermanência como a Cortesia, exclusivas da Cultura Japonesa.
Diversos Autores
Edição Bilíngue, Português e Japonês
Capa Dura, ricamente ilustrado
100 páginas
Medidas: 28cm x 40 cm


Autor: Centro de Chado Urasenke do Brasil (diversos)









Chado Introducao ao Caminho da Cerimonia do Cha
Livro Texto - Gakko Chado - Nivel Básico Dividido em 6 capítulos: O Espírito do Chado, O Cha, Origem da Formação do Chado, Conhecimentos Básicos e a Etiqueta.
100 páginas 4 cores
Capa mole
Medidas: 15cm x 21 cm

Autor: Centro de Chado Urasenke do Brasil (diversos)
Tel: (11) 5571-3117




Hana - A Flor na cultura japonesa
Papel Couche
Português. Ricamente ilustrado. (4 cores)
Autor: Centro de Chado Urasenke do Brasil (diversos)
 Páginas: 125
 Tel: (11) 5571-3117
Capa dura
Medidas: 22cm x 30 cm

#Cerimoniadocha #Chado #ikebana #Caminhodocha #Livrocerimoniadocha


sexta-feira

Visite o Pavilhao Japones - Parque do Ibirapuera

Pavilhao Japones comemora 60 anos


O Pavilhao Japones foi construido por meu avô, Toshio Takeda, mais tarde Grao Mestre da Cerimonia do Cha Sonan Takeda.

Assista uma Cerimonia do Cha no SP TV no Pavilhao Japones - copie o link abaixo

http://globotv.globo.com/rede-globo/sptv-1a-edicao/v/pavilhao-japones-comemora-60-anos/3595309/

Pavilhão Japonês, símbolo da amizade entre dois países
pavilhao lago carpas
"Na plácida, imensa planura do Parque Ibirapuera, entre paredões de eucaliptos galgos e varas altas que fisgaram as carpas de papel de seda colorido e bojudas de ar, o delicado Katsura marcará a multissecular presença do Japão nas festas dos quatro séculos de São Paulo, com todo aquele conteúdo poético que se concentra na grandiosa miniatura de um Haikai".
Guilherme de Almeida, poeta e presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do IV Centenário da Cidade de São Paulo


Localizado no Parque do Ibirapuera, o Pavilhão Japonês ocupa uma área de 7.500 m2 às margens do lago do parque, e é composto de um edifício principal suspenso, que se articula em um salão nobre e diversas salas anexas, salão de exposição, além de um belíssimo lago de carpas.
O Pavilhão Japonês foi construído conjuntamente pelo governo japonês e pela comunidade nipo-brasileira e doado à cidade de São Paulo, em 1954, na comemoração do IV Centenário de sua fundação.
O projeto, executado pelo professor Sutemi Horiguchi (da Universidade de Tokyo), tem como principal característica o emprego dos materiais e técnicas tradicionais japonesas. E, teve como referência o Palácio Katsura, antiga residência de verão do Imperador, em Kyoto, construído entre 1620 e 1624, na era Edo que foi marcada pelo domínio do clã Tokugawa.
pavilhao jardim zenSua estrutura baseia-se na tradicional arquitetura japonesa no estilo Shoin, adotado nas residências das casas dos samurais e da aristocracia - mais tarde adotado por outras classes. Ela baseia-se ainda em composições modulares de madeira (com divisórias deslizantes, externas e internas), organicamente articuladas, e marcadas pela presença do tokonoma (área destinada à exposição de pinturas, arranjos florais, cerâmica, etc), bem como de outros nichos embutidos, com prateleiras e pequenos gabinetes, decorativamente dispostos.
O estilo Shoin atende aos anseios de contemplação estética (dos próprios ambientes, de objetos, peças de arte e da paisagem), por introspecção e pela criação de um microcosmo apartado dos trâmites mundanos. Portanto, para este tipo de arquitetura, a relação entre a paisagem e o interior dos ambientes é de vital importância. A visita das áreas externas e o paisagismo lírico dos jardins tornam-se prolongamento dos ambientes interiores.
Projetado como um monumento símbolo de amizade entre japoneses e brasileiros, o Pavilhão reúne materiais trazidos especialmente do Japão, tais como as madeiras, pedras vulcânicas do jardim, lama de Kyoto que dá textura às paredes, entre outros.
A construção do Pavilhão Japonês no Parque do Ibirapuera, em 1954, que foi transportado desmontado, em navio, contou com numerosos imigrantes japoneses que atuaram como voluntários para auxiliar o corpo técnico vindo do Japão. Essas atividades foram coordenadas pela Comissão Colaboradora da Colônia Japonesa Pró-IV Centenário de São Paulo.
O Pavilhão Japonês foi doado para a Prefeitura Municipal de São Paulo. Desde 1955, a Sociedade Paulista de Cultura Japonesa (atual Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social), foi, graças ao convênio estabelecido com a Prefeitura da cidade de São Paulo, a entidade tem sido responsável pela administração, manutenção e promoção de eventos nesse local.

O Jardim do Pavilhão Japonês
O jardim que envolve o Pavilhão Japonês foi inspirado nos tradicionais conceitos japoneses, e reúne variadas plantas e flores típicas. Nele foram instalados vários marcos relacionados à amizade e intercâmbio entre o Brasil e o Japão.
Um deles, por exemplo, é o pinheiro japonês, plantado em 1967 pelo atual Imperador e Imperatriz do Japão. Outro é uma escultura em pedra, com a inscrição de um poema haiku, de autoria de Nempuku Sato, que imigrou ao Brasil em 1927 e, desde então, dedicou-se ao ensino e à divulgação dessa poesia.
O Lago das Carpas
pavilhao lago de carpas e jardimO lago foi construído na mesma época em que o Pavilhão e recebeu as primeiras carpas coloridas no início da década de 70, graças à iniciativa da Associação Brasileira de Nishikigoi e ao intercâmbio com criadores de várias províncias japonesas.
Com capacidade para cerca de 100 mil litros de água, o lago abriga cerca de 320 carpas.
A Sala de Chá
pavilhao chashitsuO Chashitsu, local para a prática da cerimônia do chá, está localizado no edifício central, com sua atmosfera wabi sabi, isto é, de austero refinamento envolto por quietude e pura simplicidade.
A inauguração da sala da cerimônia de chá foi realizada em 1954, com a presença do Grão-Mestre Herdeiro Sen Soko (posteriormente, XV Grão-Mestre do Urasenke) e seu irmão mais novo, o mestre Naya Yoshiharu.
O Salão de Exposição
pavilhao exposicaoO Salão de Exposição, ligado ao Pavilhão por uma passagem com vista ao jardim zen, apresenta o acervo permanente de arte japonesa constituído de peças doadas e consignadas pelo governo do Japão, entidades, empresas e personalidades diversas. É composto de peças originais e de réplicas perfeitas de "tesouros nacionais" japoneses.
Periodicamente, o local recebe exposições especiais, sempre com temas relacionados à arte e cultura japonesa.
*Texto baseado no guia bilíngue (japonês/português) - "Pavilhão Japonês - Tradição e Modernidade", publicado pela Comissão de Administração do Pavilhão Japonês.
Eventos no Pavilhão Japonês
A Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, o Bunkyo, responsável pela administração e preservação do local, promove diversas atividades ao longo do ano, tais como: Festival Hina Matsuri (Dia das Meninas) e Kodomo no Hi (Dia dos Meninos), apresentações de dança e música tradicional japonesa e exposições culturais. Atualmente, o Pavilhão conta com uma nova equipe de educadores e também promove visitas monitoradas em português e japonês.
Os espaços do Pavilhão Japonês podem ser locados para realização de eventos, exposições e apresentações culturais.

Pavilhão JaponêsLocal: Parque do Ibirapuera - portão 10
(próximo ao Planetário e ao Museu Afro Brasil - mapa no final desta página)
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - São Paulo - SP
(a cerca de 5 quilômetros do Metrô Santa Cruz)
Funcionamento: quarta-feira, sábado, domingo e feriados
Horário: das 10h às 12h e das 13h às 17h
Informações:
(11) 5081-7296 ou pavilhao@bunkyo.org.br
(11) 3208-1755 ou pavilhao2@bunkyo.org.br
Menores de 5 anos e idosos acima de 65 anos: entrada gratuita
Agendamento de visitas monitoradas(para grupos de até 50 pessoas, período de 50 minutos - somente às quartas-feiras)
(11) 5081-7296 ou pavilhao@bunkyo.org.br
(11) 3208-1755

Clique nas imagens para ampliar os mapas
Mapa do Parque Mapa dos Arredores
pavilhao mapa parque  pavilhao mapa ruas

Fonte http://www.bunkyo.org.br/pt-BR/pavilhao-japones
#Cerimoniadocha #Chado #carpas #Caminhodocha #Sonantakeda

quinta-feira

Cerimonia do Cha - As Sete Regras de Rikkyu




"O que, precisamente, são as mais importantes coisas que precisam ser entendidas numa cerimônia de chá?" Esta pergunta foi feita a Sen Rikyu por um discípulo.

Sua resposta: "Prepare uma deliciosa tigela de chá; disponha o carvão de modo a aquecer a água; arranje as flores tal como elas estão no campo; no verão surgira frescor, no inverno calor; prepare tudo com antecedência; prepare-se para uma eventual chuva; e dê àqueles com quem se encontrar toda consideração."

O discípulo, um tanto desapontado com essa resposta, onde não encontrou nada de importância tão grande que pudesse supor ser um segredo da prática do chá, disse: "Isso tudo eu já sabia..."
Rikyu respondeu: "Então, se você pode conduzir uma cerimônia do chá sem desviar-se de nenhuma das regras que eu acabei de expor, eu me tornarei seu discípulo."

Entender as Sete Regras de Rikkyu é fundamental para realizarmos uma cerimonia do cha:

1 -"Prepare uma deliciosa tigela de chá" = Chawa fukuno yoki yohi tate

2-"Disponha o carvão de modo a aquecer a água" = Sumiwa yuno waku yoni oki

3-"Arranje as flores tal como elas estão no campo"= Hanawa noni aruyoni

4-"No verão surgira frescor, no inverno calor" = Natsuwa suzushiku, fuyuwa atatakani

5-"Faça tudo com antecedência" = Kokugenwa hayameni

6-"Prepare-se para uma eventual chuva" = Furazutomo ameno yoi

7-"Dê àqueles com quem se encontrar toda consideração."  Aikyakuni kokoro seyo

Assista o video com a Profa Oguino falecida em janeiro de 2014 e a praticante Haruko Hartmann http://www.youtube.com/watch?v=n5f1xZY30nc&hd=1


Saiba mais:



Livro: Vivência e Sabedoria do Chá, Autor Sen Soshitsu XV, T.A.Queiroz, Editor, Ltda.
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#Cerimoniadocha #Chado #Caminhodocha #sennorikkyu

quarta-feira

Cerimônia do Chá - Os 4 Principios Wa, Kei, Sei, Jaku




De acordo com Sen Rikkyu (1522-1591):

  O Cha nao é nada mais que isto:
  Primeiro voce aquece a agua, e entao voce prepara o cha.
  Entao voce o bebe corretamente.
  Isto é tudo o que voce precisa saber.

A Cerimônia do Chá basicamente consiste no ato de compartilhar uma tigela de chá, seguindo quatro princípios básicos: Wa (Harmonia) , Kei (Respeito), Sei (Pureza) e Jaku (Tranqüilidade), desenvolvido por Sen Rikyu (1522-1591).

A Harmonia é o resultado da interação do anfitrião e do convidado, da comida servida e dos utensílios usados com os ritmos da natureza, livre de pretensões, percorrendo o caminho da moderação e humildade.

O Respeito é a sinceridade do coração que nos libera para um relacionamento aberto com o nosso ambiente imediato com o ser humano e a natureza, reconhecendo a dignidade inata de cada um.

A Pureza capacita o indivíduo a perceber a essência pura e sagrada das coisas do homem e da natureza.

A Tranqüilidade é adquirida com a prática constante dos três primeiros princípios.

"O que, precisamente, são as mais importantes coisas que precisam ser entendidas numa cerimônia de chá?" Esta pergunta foi feita a Sen Rikyu por um discípulo.

Sua resposta: "Prepare uma deliciosa tigela de chá; disponha o carvão de modo a aquecer a água; arranje as flores tal como elas estão no campo; no verão surgira frescor, no inverno calor; prepare tudo com antecedência; prepare-se para uma eventual chuva; e dê àqueles com quem se encontrar toda consideração."

O discípulo, um tanto desapontado com essa resposta, onde não encontrou nada de importância tão grande que pudesse supor ser um segredo da prática do chá, disse: "Isso tudo eu já sabia..."
Rikyu respondeu: "Então, se você pode conduzir uma cerimônia do chá sem desviar-se de nenhuma das regras que eu acabei de expor, eu me tornarei seu discípulo."

A Cerimônia do Chá completa inicia-se com a chegada do Convidado. Ele deve observar se a água foi espargida nas pedras do caminho que levam à Cabana de Chá. Se as pedras não estiverem molhadas isto quer dizer que o Anfitrião não está pronto. Se o Anfitrião tiver molhado as pedras quer dizer que o Convidado pode entrar. Este sinal é muito bom pois não causa constrangimento a nenhuma das partes. Caso o Convidado tenha chegado cedo demais, ele pode dar uma volta e retornar mais tarde e observar novamente.

O Convidado aprecia o caminho para a Cabana de Chá. Perto da entrada há uma bacia baixa de pedra; cada hóspede pára para lavar as mãos e a boca num ato simbólico de purificação. Os convidados continuam e entram abaixados através de uma pequena porta de 70 cm de altura. Isso porque todos devem abaixar a cabeça para entrar. Espadas e mantos reais não passam por essa pequena abertura, devendo ser deixados de fora. Apenas o ser humano adentra a Sala de Chá, sem ostentações, todos são iguais.

Antes da chegada dos convidados, o anfitrião pendurou um Kakemono (pintura ou caligrafia sobre papel ou seda).

Num recipiente recém preparado com cinzas, um fogo de carvão foi aceso, o incenso foi queimado, e sobre o fogo o anfitrião colocou uma chaleira com água para preparar o chá.

Ao entrar cada convidado aprecia o kakemono, o fogo, o arranjo das cinzas, a chaleira e todos os outros utensílios que estejam expostos. A iluminação moderada e os tons suaves das paredes de barro e da madeira envelhecida criam uma atmosfera que conduz à contemplação. O anfitrião surge e começa a servir o Kaiseki, refeição ligeira.

A palavra Kaiseki é composta por 2 ideogramas Kai = Pedra e Seki = Quente. Quando os monges estavam meditando não havia tempo para preparar comida, então eles pegavam uma pedra da fogueira e colocavam sob a roupa no estômago para aquecê-lo.
O Kaiseki vem do nome dado a uma pedra aquecida que os monges Zen usavam para aliviar o estômago das dores causadas pela fome ou pelo frio. Desde então passou a significar uma pequena refeição, suficiente apenas para satisfazer a fome.

Depois de compartilhar a refeição os convidados são servidos de um doce e do chá forte. Após isso serve-se o chá fraco.

O Otemae, preparo do chá, consiste de 3 partes:
- Purificacao dos utensílios
- Preparo do chá
- Limpeza dos utensílios.

Deve ser realizado em silêncio, ou só falando amenidades. A mensagem é enviada pelos utensílios, kakemono, flores.

A escolha do kimono depende da estação do ano. A manga indica o estado civil da pessoa q o usa. Mais longo, solteira, mais curto casada.


Saiba mais:



Livro: Vivência e Sabedoria do Chá, Autor Sen Soshitsu XV, T.A.Queiroz, Editor, Ltda.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u363399.shtml

#Cerimoniadocha #Chado #Caminhodocha #Livrocerimoniadocha

terça-feira

Dialogos na Sala de Cha - Haiken - Por que falamos o que falamos

Ichigo, ichie  - um momento, um encontro

Valorize cada Encontro pois ele nao se repetirá.

Treasure every moment, for it will never recur.


Cada reuniao eh uma oportunidade para uma experiencia unica que jamais ocorrera outra vez na vida de uma pessoa.

Dialogos para o Usucha temae


1 - Anfitriao diz: Nome do Procedimento onegai shimasu. (para o professor)

2 - Anfitriao cumprimenta o convidado

3 - Anfitriao diz: Okashi o doozo (pode comer o doce)

4 -  Convidado diz : Otemae choodai itashimasu (obrigado pelo cha)

5 - Convidado: Doozo oshimai kudasai (por favor pode terminar)

6 - Anfitriao: Oshimai sashite itadakimasu (Obrigado, vou terminar)

7 - Convidado: Onatsume, ochachaku no haiken o (gostaria de apreciar o onatsume e o ochachaku)

8 - Convidado: Doomo arigatou gozaimasu (Muito obrigado). Onatsume no okatati wa? (qual a forma do Natsume?)

9 - Anfitriao: Rikkyu gata chuunatsume de gozaimasu (Forma de Rikkyu, natsume medio)

10 - Convidado: Onuriwa? (quem laqueou?)

11 - Anfitriao: Sootetsu de gozaimasu. (Sootetsu)

12 - Convidado: Ochachaku no osaku wa? (quem fez o Chachaku?)

13 - Anfitriao: Tantansaisooshotetsu de gozaimasu (Tantansai - XIV Grao mestre)

14 - Convidado: Gomei wa? (qual o nome do Chachaku?)

15 - Anfitriao: Matsukaze de gozaimasu (vento nos pinheiros) - em geral os nomes no usucha sao relacionados as estacoes do ano.

16- Convidado: Sakihodo no okashimo doomo arigatou gozaimasu (agradeco tambem o doce)

Dialogos para o Koicha temae


 - Anfitriao diz: Nome do Procedimento onegai shimasu. (para o professor)

 - Anfitriao cumprimenta o convidado

 - Anfitriao diz: Okashi o doozo (pode comer o doce)

 -  Convidado diz : Otemae choodai itashimasu (obrigado pelo cha)

 - Convidado: Ochamei wa? (qual o nome do chá?)

 - Anfitriao: Fukumukashi de gozaimasu (nome do chá é fukumukashi)

 - Convidado: Otsume wa? (qual o nome do fornecedor?)

 - Anfitriao: Ippodo de gozaimasu  (Ippodo)

Neste ponto, tenho uma observacao curiosa. Eu sempre imaginei que esses chás nao existiam mais, que apenas falávamos, mas o Fukumukashi e a Ippodo existem. E tem até uma filial em Nova York

 Este é o Fukumukashi. Caso queira comprar custa US$ 8.11 e o site da loja é http://www.ippodo-tea.co.jp/en/

 - Convidado: Doozo oshimai kudasai (por favor pode terminar)

 - Anfitriao: Oshimai sashite itadakimasu (Obrigado, vou terminar)

 - Convidado: Ochaire, ochachaku, oshifuku no haiken o (gostaria de apreciar o o Ochaire, ochachaku e oshifuku)

 - Convidado: Doomo arigatou gozaimasu (Muito obrigado). Ochaire no okatati wa? (qual a forma do Chaire?)

- Anfitriao: katatsuki de gozaimasu (com ombros (kata))

- Convidado: Okamamoto wa? (onde fica o forno?)

 - Anfitriao: Seto de gozaimasu. (Na cidade de Seto)

 - Convidado: Ochifuku no okireji wa? (qual o desenho do ochifuku?)

- Anfitriao: ______ de gozaimasu

 - Convidado: Oshitate wa? (quem costurou?)

 - Anfitriao: Yuko de gozaimasu (Yuko)

 - Convidado: Ochachaku no osaku wa? (quem fez o Chachaku?)

 - Anfitriao: Tantansaisooshotetsu de gozaimasu (Tantansai - XIV Grao mestre)

 - Convidado: Gomei wa? (qual o nome do Chachaku?)

 - Anfitriao: Matsukaze de gozaimasu (vento nos pinheiros) - em geral os nomes no usucha sao relacionados as estacoes do ano.

- Convidado: Sakihodo no okashimo doomo arigatou gozaimasu (agradeco tambem o doce)


Assista ao video sobre Cerimonia do Cha de Chanoyu Arabia


http://vimeo.com/22957738

#Cerimoniadocha #Chado  #Caminhodocha

segunda-feira

Sequencia simplificada de Licencas e Otemaes


Um dos Cem Poemas de Rikkyu sobre a Cerimonia do chá diz: "No estudo, começar em um e aprender até dez; em seguida, voltar ao original. "

O progresso de cada aluno é marcado por meio de licenças. Pela tradição Urasenke em particular, as licenças antes de tudo marcam a entrada de uma pessoa em um campo específico de estudo. Obter a licença para entrar no próximo nível de estudo indica uma espécie de graduação de nível anterior. Neste modo de pensar, os certificados são sempre dadas no ponto de início do estudo, em vez de na sua conclusão.

Na verdade, como o poema sugere Rikyu, verdadeiro estudo nunca é concluído. O primeiro termo do curso introdutório é considerado mais uma exploração do que o estudo da chanoyu envolve. Portanto, não são necessárias licenças para o primeiro mandato de uma pessoa. Todavia, os certificados são necessários quando uma pessoa começa o segundo mandato do Curso Introdutório. Este primeiro nível de licenças [Nyumon ou entrada, konarai ou, literalmente, "pequeno" de aprendizagem, e chabako ou "chá-in-a-box"] cobrirá caminho de uma pessoa de estudo por vários anos. Cada pessoa continua a aprender no seu próprio ritmo. Quando o aluno estiver pronto para o próximo nível de estudo (uma decisão mutuamente acordadas pelos alunos e professores), os certificados para esse campo específico será obtida a fim de iniciar o estudo. Há cinco licenças dentro do nível intermediário, três licenças dentro do nível superior, três licenças para o instrutor de início, um para o instrutor intermediário e um para o instrutor avançado. Mais uma vez, cada aluno é livre para aprender em seu próprio ritmo e decidir em que nível ele quer aprender.

One of the Rikyu Hundred Poems on the Way of Tea reads, “In study, begin at one and learn through ten; then return to the original one.” This progress by an individual through the study of tea is marked by means of licences.
For the Urasenke tradition in particular, licences first of all mark a person’s entrance into a specified field of study. Obtaining the licence to enter the next level of study indicates a kind of graduation from the previous level. In this way of thinking, licences are always given at the beginning point of study rather than at its completion. In fact, as the Rikyu poem suggests, true study is never completed.
The first term of the Introductory Course is considered more an exploration of what the study of chanoyu involves. Therefore, no licences are necessary for a person’s first term. However, licences are required when a person begins the second term of the Introductory Course. This first level of licences [nyumon or entrance, konarai or literally “small” learning, and chabako or “tea-in-a-box”] will cover a person’s path of study for several years.
Each person continues to learn at his or her own pace. When ready for the next level of study (a decision mutually agreed upon by student and teacher), licences for that particular field will be obtained in order to begin the study. There are five licences within the intermediate level, three licences within the upper level, three licences for the beginning instructor, one for the intermediate instructor and one for advanced instructor. Again, each student is free to learn at their own pace and to decide to what level they want to learn.

URASENKE LICENCE APPLICATION INFORMATION
Beginner Certification
Nyûmon, Entrance
Konarai, First Learning
Chabako, Portable Tea Procedures


Intermediate Certification
Satsûbako, for a Two Koicha Procedure
Karamono, for a Chinese Tea Container
Daitenmoku, for aTemmoku Teabowl
Bondate, for a Historical Chinese Tea Container
Wakindate, for a Received Fabric


Upper Level Certification
Gyô no gyô daisu, transmitted daisu procedure
Daien no sô, transmitted tray procedure
Hikitsugi, permission to give licences through intermediate level


Beginning Instructor Certification
Shin no gyô daisu, transmitted daisu procedure
Daien no shin, transmitted tray procedure
Seihikitsugi, permission to give licences through upper level


Intermediate Instructor Certification
Chamei, Tea Name, permission to give licences through beginning instructor level
Monkyo, permission for tsubotsubo mon


Advanced Instructor Certification
Junkyôju, advanced degree, permission to give licences through intermediate instructor
#Cerimoniadocha #Otemaes #Chado #Caminhodocha